mardi, février 21, 2006

lundi, février 20, 2006


No caminho de volta do aeroporto, se instalou uma estranha sensação de que a vida era ali e naquele momento; o deslocamento tinha se deslocado pra algum outro lugar.
[hoje acordei e já perdi um pouco disso.
talvez volte. me aliviaria.]
olhei pra janela, senti um quentinho do último abraço de jaqueta branca.
fisicamente desaparecida.
chorei na frente de um casal de gays que discutiam o jantar na casa de amigos.
tenho que pedir prazo pras minhas entregas hoje.

lundi, février 06, 2006


Nãna Laura chega amanhã. Votos de dias ótimos nestas férias forçadas.

dimanche, février 05, 2006

Era só uma brincadeira, poxa

Sim, tu já tentou imitar aquele sotaque nordestino e, por causa do álcool, ele acabou saindo catarina. Já tentou também falar tri bem aquela língua estrangeira pra agradar a tal fulaninha e te embananou - por causa das cervejas.
Mas o que vai nos unir esta noite é a vez em que tu tentou fazer o pior que podia com uma língua e se deu terrivelmente mal por isso.
Explico:
chego no bar pra exorcizar 12 horas de babysitting superbem sucedidas. Pergunto se posso entrar com a lata de cerveja que tenho na mão.
Levo o primeiro xingão.
Termino a lata, tento de novo.
Levo o segundo xingão, culpa das outras duas latas que seguiam na bolsa (escondidas dentro do gorro, hehehhe).
Bebo tudo - meninas também arrotam -, tento pela terceira vez.
Levo o xingão mais elaborado que o porteiro dará em semanas. Era pessoal mesmo.
Que eu tinha feito ele de trouxa. Que eu tinha ficado bebendo na frente do bar. Que isso não se faz. Que eu entendo perfeitamente bem o que ele diz e não adianta mentir.
Poxa, nunca uma defesa baseada num mal-entendido cultural foi tão esfarrapada.
Fiquei 5 minutos entre me explicar e falar pior do que eu sabia e, claro, com 2 latas de 5cl de guti-guti em cima, falei bem quando queria bancar a gringa e argumentei mal quando queria bancar a cartesiana.
Era pra virar a noite.
Algo não muito comum aqui.
Era pra comemorar que o meu dia com uma criança tinha saído às maravilhas.
Mas ok. Esse mal-humor AINDA me diverte. espero que dure. Pq o frio na cara já tá me irritando.

lundi, janvier 23, 2006

Semiologia

Esta imagem lembra alguma coisa?Le procès des HLM de Paris s'ouvre après douze ans de coups de théâtre
Douze ans après l'ouverture d'une enquête dont les rebondissements ont secoué jusqu'à l'Elysée, le procès sur des malversations financières de l'office HLM de Paris, qui auraient servi au financement occulte du RPR, s'ouvre ce lundi à Paris.
Repère Chirac et les affaires
Thématique Alain Juppé, le rescapé Forum

samedi, janvier 21, 2006

Não dá pra ser ratona assim

Teoricamente, a vantagem de morar aqui é poder VER e OUVIR um artista na ocasião de um ciclo de homenagens, como está acontecendo com a deusa indescritível Isabelle Huppert.
Mesmo assim, através de um laborioso esforço de auto-sabotagem - que me fez adiar por dias uma rápida consulta na internet -, consegui perder.
Consegui perder ela lendo textos do Bergman e da Françoise Sagan!

Lecture par Isabelle Huppert de textes d'Ingmar Bergman et de Françoise Sagan.
- Ingmar Bergman : une nouvelle intitulée Une affaire d'âme, écrite en 1972, et publiée en France en 2002 aux éditions des Cahiers du cinéma.
- Françoise Sagan : un texte extrait de son livre, Avec mon meilleur souvenir (1984), et consacré à Orson Welles.
Durée : 1h environ.Vendredi 20 janvier, salle Henri Langlois, 17h30


Dia muito triste em Paris.
Agora tenho que me contentar com a minha revista Elle que estampa a IsabElle na capa.
Dá no mesmo que morar em Jaguarão.

vendredi, janvier 20, 2006

...J'aime bien les enfants... :)

Sim, eu pronunciei essa frase.
Em francês, ela saiu numa impunidade porreta.
Imaginava que dizer essas coisas que a gente abomina sempre vinham junto com caretas, tipo aquele filme do Jim Carrey em que ele tenta tenta tenta mentir e não consegue, só se contorce.
Pois bem.
Eu falei e sorri depois.
Talvez o meu cabelo comece a cair na seqüência, ou a minha sobrancelha fique verde, veremos.

lundi, janvier 16, 2006

Pra tirar um ponto positivo do calor daí, vai

Melhores laboratórios de pesquisa cosmética do mundo.
Um só motivo: água que dá rugas e ar que puxa.
Abençoadas as mulheres de climas amazonenses como o de POA.
Sim, pq não é pq eu fiz 24 q os pés de galinha iam sair duma hora pra outra, né??

vendredi, janvier 13, 2006

Journée burocratique x 2

Elas não terminam nunca...

lundi, janvier 09, 2006

Hermana helvética

Vamos “racontar”* aqui um pouco das minhas férias alpinas. Como a própria alusão à Suíça já arranca suspiros do tipo “hmm, que chiiiiique”, não vou me esforçar em montar o cenário pacato e familiar onde os meus Natal e Ano Novo se desenrolaram. As montanhas são a coisa mais linda que existe e sim, é um luxo tomar vinho feito pela gente do local.
Duas coisas interessantes que eu não tinha notado antes: 1) A altitude te deixa lerda. 2) A altitude te deixa bêbada no segundo copo – seja de cerveja ou de Martini. Ter isso em mente foi muito importante para entender as estranhas sensações que aquele tempo seco e frio me traziam. Cheguei pra ficar 4 dias, pois a prefeitura de Paris conseguiu marcar o meu exame médico pro dia 28, no vão em que NINGUÉM trabalha ou faz nada, muito menos os burocratas, o que me pareceu uma grande injustiça. Na véspera do exame, o liguei o “foda-se” e foi muito melhor assim.

*quem tem contato com famílias bilíngües já conhece esse asqueroso vício de traduzir palavras a marteladas e falar num dialeto tão feio quanto a linguagem internética dos adolescentes atuais.

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Minhas primas e tia moram na cidadezinha de Sion, no térreo do Canton du Valais. No sudoeste deste mapa:



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A minha lista de presentes de Natal inclui uma mini panelinha de fondue e – o melhor e mais esperado presente de todos os tempos – um canivete suíço. Que eu passei a oferecer a toda e qualquer pessoa que esboçasse dificuldade em cortar um papelzinho ou abrir uma embalagem.
Como já contei, eu e o foie gras passamos bons momentos juntos, alegrando-nos de ver que ainda estávamos lá no dia 25 ao meio-dia e também no 31.

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Na Suíça, o tempo se divide em pausas para cafés e pausas para lanchinhos. É comum sair para fazer compras, tomar um café antes pra se preparar, outro depois porque a corrida foi cansativa e, ao receber um telefonema, pegar o carro e ir sentar em outro bar pra repetir a rodinha em volta da mesa.


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Era tarefa da minha tia me entupir de roupas novas, tomar providências que eu nunca faria sozinha aqui (tipo pintar o cabelo e comprar um creme caro para as mãos), me dar comida e se certificar que eu estocasse calorias. Eu não gosto de recusar as coisas, então voltamos eu e a mochila bastante mais pesadas.

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Nesses dias lá eu fui no cinema ver Bombon, el Perro, li o livrinho da Beauvoir Les belles images (meio maravilhoso e final péssimo), vi American Beauty, About a boy, Almost Famous, Il est plus facile pour un chameau e GREASE na TV, este último me deixando decidida a um dia ter o corpo da Sandy Olsson e ir vestida assim pruma festa à fantasia:

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Uma das partes mais marcantes das minhas férias foi, claro, a convivência com a minha divertida prima Claudia Sabina Valente. Ela me faz lembrar pra que nós caçulas viemos ao mundo, o que não é pouca coisa.


Caçulas são sempre mais legais, claro.
Caçulas nunca perdem a rebeldia.
Caçulas são a graça da casa.
Mas são mais pentelhas também.
Adoram ser drama queens.
Acham que podem tudo porque são “sensíveis”.
Adoram fazer suas irmãs mais velhas parecerem desinteressantes, mesmo que o apartamento mobiliado não ajude a provar o contrário.
Amam e odeiam tanto a sua mãe que correm o risco de nunca sair de casa.

Ah, juro. No fundo acho que minha tia queria que eu colocasse ela nos trilhos, mas eu fiz mais é me perturbar com essa imagem de mim mesma antes da “maturidade”. Mas só com ela inventamos coisas inoubliables tipo comprar um pulôver de presente prum estranho que ela considerou “um namorado ideal” – e que não estava mais no café quando voltamos pra entregar.

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Faltando poucos dias pro Ano Novo, a Ângela, uma brasileira que mora lá e é atriz, me ofereceu um bico numa discoteca chique na montanha. Beleza. O chefe ia me buscar e me levar de volta. Trabalho duro, das 22h às 5h, dinheiro dependo das gorjetas. Clientes satisfeitos, pagamento gordo. Foram só três dias e a quantidade de francos suíços foi tanta que eu não tenho mais maneiras de dizer pra minha família que só o que eu fiz foi guardar casacos na chapelaria. Só o que eu posso dizer é: alta temporada, estação de esqui com lojas Prada e Chanel, filhos da máfia italiana em peso, hábito de não roubar muito valorizado entre os donos de discoteca. Acreditem em mim.

samedi, janvier 07, 2006

Oh nooooo

Perdi a grande chance de me colocar à disposição da minha íDALA-MOR jornalísitica, a Mônica Bergamo.

Pra quem quiser tentar, o serviço:

A Folha está selecionando currículos deinteressados em atuar como repórter na coluna Mônica Bergamo. Candidatos devem ter: boa cultura geral domínio do noticiário de cultura e sociedade experiência em reportagem em jornal - de preferência diário - ou em revista informativa, domínio do inglês.
Será dada preferência a quem tiver experiência na cobertura social, embora não seja pré-requisito. Curso de pós-graduação concluído ou em andamento e conhecimentos do Novo Manual de Redação da Folha são habilitações desejáveis.
O processo de seleção inclui testes de conhecimentos gerais, conhecimentos específicos, português e regras de padronização estabelecidas pelo manual, além de entrevista.
Envie um currículo sintetizado em uma página (com formação escolar, domínio de idiomas, cursos de especialização e experiência profissional) e duas reportagens de sua autoria até 16/1, aos cuidados da Secretaria de Redação, sob a sigla C-932.
Al. Barão de Limeira, 425, 4ºandar -CEP 01202-900,São Paulo, SP, ou pela internet (treina@uol.com.br).
ATENÇÃO: mande currículo e texto no corpo da mensagem; arquivos anexados não serão considerados.

atenção Lisi: eles exigem diploma de jornalista, favor não insistir.

mercredi, janvier 04, 2006

eu sou uma colcha de retalhos


a única lista que eu consegui fazer pra este ano novo é a lista das coisas que eu admiro nos outros.
algumas atitudes eu quero pra mim, outras eu só agradeço por poder ficar olhando.
não fisicamente, todas essas ações acontecem na minha volta, pelas pessoas citadas no final das frases.
feliz ano novo.

*falar quantas vezes precisar, e com entusiasmo, que se sente falta das pessoas. Pri montandon.
*nunca parar de fazer planos ótimos para jovens que desejam ver um pouco de mundo e se divertir. Felipe.
*achar beleza nas coisas reais, nos filmes e nas músicas do momento. não ter essa necessidade do vintage. Henrique.
*Chutar o balde, comprar um carro, passar reveillon longe, tudo de um dia pro outro, deixar os amigos próximos pasmos, ter ambição desregrada, a única admissível. isabel.
*começar sempre as ligações com um "tudo bom" bem entusiasmado, um claro esforço de dar chance pra harmonia, por mais longe que se esteja. minha irmã.
*saber se acabar na noite e ir trabalhar na manhã, escrevendo coisas boas em pouco tempo. Gabriel.
*repetir as próprias máximas quantas vezes bem entender, e ter nelas inlcuída esta: "dinheiro é pra gastar, não pra guardar no banco". meu pai.
*saber que o que conta é o que a gente faz no fim de semana; nunca se constranger de demonstrar afeto; crescer a olhos vistos como pessoa e ficar cada dia mais bonita no verão. lisi.
*Ser exigente, sempre. luciano.
*Fazer mil coisas ao mesmo tempo e respeitar o talento que se tem, usando-o. biba.
*dominar a arte da timidez, que permite tudo o que os exagerados alardeiam, mas com muito mais elegância. dani.
*saber onde se quer ficar o que se precisa pra ser feliz. dar chance pra tudo, inclusive pra distância. lucio.
*saber que generosidade se faz hoje e não amanhã. Ter atitude pra mudar o pequeno mundo que entorna. minha tia Raquel.
*dizer sempre em conclusão de uma conversa: "que bom que tu aproveitou, é isso que importa". minha mãe.

mardi, décembre 27, 2005

Love, actually

Vez em quando, porque ele é grande demais pra ser por mais tempo, mundim é perfeito.
Aí os oceanos se desdenham assim:

Lucio Boleskine Vassarath & Os Sovacos de Cobra Arkestra dit :
falamos amanhã
leticia dit :
beijo, love. bebe bastante
Lucio Boleskine Vassarath & Os Sovacos de Cobra Arkestra dit :
pode deixar

lundi, décembre 26, 2005

Supersize me, o ganso, tout le monde! C'est Nöel


O foie gras segundo a internet (ótimo texto):

Poucas pessoas sabem o que se passa por trás deste alimento tão caro e requintado. O foie gras (foie - fígado, gras - gordura), ou patê de fígado de ganso, é na verdade o resultado de uma prática desumana, que mostra a que ponto a crueldade do homem pode chegar. Os inocentes patos e gansos, a quem os fígados em questão pertencem, são submetidos a um processo que pode ser melhor classificado como tortura, com o objetivo de tornar seus fígados anomalamente engrandecidos e doentes, para que então alguns poucos possam saborear o resultado desta arte grotesca..A criação parece ser uma como outra qualquer durante os primeiros quatro meses de vida dos animais. É então que eles são levados para as pequenas gaiolas que serão suas acomodações durante as próximas e últimas semanas de sua curta vida. Um espaço de um metro por dois metros pode acomodar até doze animais. O motivo do confinamento é evitar que o pássaro se movimente, o que certamente seria um desperdício para o criador, pois sua intenção não é que o pássaro utilize o alimento que lhe está sendo dado para gastar energia com coisas tão fúteis como poder ao menos esticar suas asas ou dar um passo, mas sim que este alimento seja armazenado no organismo do animal na forma de gordura. Outra "vantagem" do confinamento é que o manuseio dos animais é facilitado..A alimentação dos animais é composta basicamente por carboidratos (maizena), adicionada de gordura de porco ou ganso para amolecer. Esta é uma dieta bastante desequilibrada para as necessidades das aves, visto que importantes nutrientes não estão sendo consumidos. Para fazer com que os animais consumam cerca de três quilos desta ração por dia, o que equivaleria a um humano consumir doze quilos e meio de macarrão por dia, é necessário utilizar uma técnica muito especial.
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A ave é segura entre as pernas do manipulador com seu pescoço estendido, permitindo a inserção de um grosso tubo de metal que chega a medir quarenta centímetros em comprimento. Estando a cabeça presa por uma peça de metal, um motor força o alimento (cerca de um quilo) garganta abaixo, levando-o ao pequeno estômago da ave. Alguns criadores utilizam-se de elásticos que são colocados em torno do pescoço para prevenir que a ave vomite o alimento. Esta tortura se repete três vezes ao dia durante um período de três a quatro semanas.
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É claro que o animal não considera esta forma de ser "alimentado" muito agradável. Durante o processo, as aves tentam escapar de forma frenética e não olham outra ave sendo alimentada, o que pouco lembra um ambiente natural, onde qualquer ave corre em direção a um alimento que lhes é oferecido ou atirado.
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Como resultado, as aves sofrem de variados problemas de saúde, como disfunções cardíacas, intestinais e rompimento das membranas celulares hepáticas. Muitos tornam-se incapazes de andar ou até mesmo ficar em pé. A introdução do tubo pode machucar o esôfago e causar deformidades nos bicos.
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Na verdade, foie gras não passa de uma doença do fígado voluntariamente produzida em animais inocentes. O fígado dos animais submetidos a este processo não são exatamente saudáveis. A coloração normal do fígado é avermelhada e pesa cerca de 120 gramas. O fígado consumido por aqueles que apreciam tal atrocidade é amarelo e lustroso, de aparência gordurosa, e pode pesar até 1.300 gramas, mais de dez vezes o peso normal.
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Além disto, um "bom" foie gras deve ter as marcas deixadas pela pressão que as costelas exercem contra o fígado visíveis no órgão, garantindo assim que o animal sentiu imensa dor durante os últimos dias de sua breve vida. A ave é abatida no mesmo local onde é criada, visto que esta provavelmente não sobreviveria ao transporte. Quando o fígado, estômago e intestinos são removidos, vê-se que o espaço por estes ocupado era muito maior que aquele planejado pela natureza, pressionando o coração e os pulmões e dificultando assim a respiração....
Trazendo 85% de suas calorias na forma de lipídios, em sua maioria gorduras saturadas (ácido palmítico), o foie gras não é um alimento saudável. Portanto, seu consumo, além de causar imenso sofrimento a animais inocentes e indefesos, também não é a melhor opção mesmo para aqueles mais indiferentes ao sofrimento alheio.


Pois eu não poderia estar menos comovida, pra derrota das minhas primas vegetarianas. Primeiro natal com um foie gras no prato, eu olhando pra ele, ele olhando pra mim, nós dois com muito mais comida no estômago do que Deus pediu, por dias consecutivos. Que importância tem nessas horas um detalhe pequeno como o livre arbítrio?